sexta-feira, 24 de abril de 2015

Estamos na luta é unir para fortalecer

 Adriano Marques
O grupo capitaneado por Adriano Marques é um dos mais ativos politicamente e mais inconformado com o atual sistema.

Fonte: http://www.contilnetnoticias.com.br/movel/colunista-gina-menezes/17314-a-visita-ministerial-rendeu-multiplicacao-de-coletes-fluorescentes-e-papagaio-de-pirata-para-tudo-que-foi-lado-tentando-aparecer-bem-nas-fotos

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O palhaço, o povo e o preconceito




O palhaço e deputado federal Tiririca, eleito com 1,3 milhão de votos em 2010 sendo o mais votado e reeleito em 2014 com mais de 1 milhão de votos ficando como o segundo mais votado, foi indicado como um dos 25 melhores parlamentares do país por jornalistas que cobrem o Congresso.
A indicação foi feita por 186 profissionais que participaram do prêmio Congresso em Foco 2012, que pretende elencar os parlamentares que melhor representam a população. (Veja aqui a lista dos indicados).
Tiririca é um dos nove deputados (para lembrar: são 513 no total) que participou de 100% das 171 sessões de votação na Câmara.
Tiririca votou contra a terceirização.

Deputados Federais do Acre que votaram a favor da  terceirização.



Bom dia Rio Branco: Sistema Prisional




Em presídio no AC, agentes impedem entrada de suspeito de matar colega




Suspeito deveria ser transferido para presídio, mas foi devolvido à delegacia.
Sindicato alega problema em documentos; Polícia vai investigar conduta.

Cláudio Martins, mais conhecido como 'Barrão', suspeito de matar a tiros o agente penitenciário Anderson Albuquerque, de 29 anos, no dia 2 de fevereiro, continua preso em uma cela da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), em Rio Branco. Na última segunda-feira (20) a Polícia Civil tentou encaminhá-lo para o presídio Francisco de Oliveira Conde, mas os agentes que estavam no local não aceitaram a transferência, alegando  problemas na documentação do preso.

Segundo o delegado responsável pela custódia do preso, Pedro Paulo Buzolin, a documentação do preso não estava errada.  "A documentação não estava errada, estava tudo certo. Inclusive tem ordem judicial para que ele cumpra prisão no Francisco de Oliveira Conde. Ele passou pelo exame de corpo de delito, que também é requisito para ingresso na penitenciária e mesmo assim foi recusado o recebimento dele, descumprindo a ordem judicial", afirma.
Buzolin explica que o suspeito está detido durante todo esse tempo na delegacia, porque esperava a prisão temporária ser convertida em prisão preventiva.

A prisão temporária tinha como local de cumprimento a delegacia. Quando essa prisão temporária foi convertida em preventiva, teve a determinação que fosse encaminhado ao presídio. Descumpriram essa ordem. A prisão inicial foi cumprida na delegacia, tendo em vista a necessidade de oitiva e outros procedimentos a serem realizados", afirmou.
O delegado esclareceu ainda que o caso será encaminhado para a 4ª Delegacia Regional, que abrange a penitenciária da capital. Ele explica que o delegado responsável pode abrir um inquérito para investigar a conduta dos agentes penitenciários.

"Será encaminhada para a delegacia da área da unidade e se o delegado entender que houve desobediência, abrirá um inquérito. Através desse inquérito, com requisição do juiz que teve a ordem dele descumprida, pode solicitar a instauração do inquérito", esclareceu.

Sindicato quer que preso seja transferido para unidade federal

O presidente do Sindicato do Agentes Penitenciários (Sindape/AC), Adriano Marques, reafirmou que a documentação do preso estava no nome de uma outra pessoa e, por isso, o suspeito foi devolvido à delegacia.

"O preso estava com a documentação no nome de outra pessoa. Comunicamos à direção, que concordou com nosso posicionamento. Não houve repúdio, simplesmente era para regularizar a documentação. Nós acreditamos nas investigações da Polícia Civil e nas punições da Justiça", argumentou.

Ainda de acordo com Marques, o sindicato está pedindo que o preso seja transferido para um presídio federal. "Acreditamos que ele faz parte de uma organização criminosa", diz.

Marques disse ainda que houve um problema de comunicação entre os dois órgãos e tudo pode ser resolvido com uma reunião com representantes dos órgãos.

Procurado pela reportagem do G1, o presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), Martin Hessel, diz que desconhecia o problema relacionado com a transferência do preso. Ele conta que foi informado na manhã desta quarta-feira (22) que o preso seria transferido, no período da tarde, para o presídio Antônio Amaro.

Entenda o caso

O agente penitenciário Anderson Albuquerque, de 29 anos, foi morto com dez tiros na noite do dia 2 de fevereiro, no Bairro da Paz, nas proximidades da Faculdade Meta (Fameta), em Rio Branco. Albuquerque atuava há seis anos como agente e trabalhava na Unidade de Recolhimento Provisório (URP), do Presídio Francisco D'Oliveira Conde.

Ex-presidiário atrasa mensalidade ao PCC e é morto por novato da facção criminosa




 O ex-presidiário Weligton Fernandes de Oliveira, 30 anos, foi assassinado na manhã desta quinta-feira (23) na rua Sabiá, Bairro da Paz, em Rio Branco. A vítima foi atingida com um tiro no abdômen, não resistiu ao ferimento e morreu no local do crime.
De acordo com informações da polícia, o suspeito pelo assassinato é Daniel, conhecido pelo apelido de "Periquito". A polícia diz, ainda, que Daniel acabou de integrar a Facção Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e como "batismo" teve de assassinar Weligton.
Ainda segundo informações da polícia, a vítima foi morta por ter atrasado as mensalidades à facção criminosa.
No momento do crime, um adolescente estava com Weligton e também foi atingido com um tiro na perna. O menor foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e conduzido ao Pronto Socorro.
A Polícia Militar esteve no local, colheu informações e saiu a procura do suspeito. O corpo foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) para os devidos procedimentos.
Fonte: http://www.contilnetnoticias.com.br/noticias-policiais/111-plantao/19772-ex-presidiario-atrasa-mensalidade-ao-pcc-e-e-executado-por-novato-da-faccao-criminosa

Sindicalista quer espalhar fotos de deputados acreanos que votaram a favor do PL da Terceirização



Quem ainda não ouviu falar do Projeto de Lei (PL) Nº. 4.330, conhecido como PL da Terceirização, que facilita e estimula a contratação de funcionários terceirizados no setor privado e nas empresas públicas e de economia mista, deve ficar atento aos prós e contras dessa lei que tem dividido opiniões por todo o país.

De um lado, a classe empresarial defende a aprovação sob a alegação de ampliar a geração de emprego. Do outro, a classe trabalhadora repudia e diz que a matéria significa o fim dos mais 30 anos de conquistas da classe trabalhadora.

No Acre, o presidente do Sindicatos dos Bancários do Acre, Edmar Batistela, afirma que o Projeto de Lei 4.330 “rouba” os direitos conquistados pela classe trabalhadora. Ele faz paralelo entre o período da escravatura e os tempos do trabalhismo atual.



“Esse projeto é a pior atitude tomada contra a classe trabalhadora desde a escravidão. Não poderia acontecer coisa pior, isso põe fim às conquistas de mais de 30 anos. Aprovar essa lei é o mesmo que jogar a carteira de trabalho e as leis trabalhistas no lixo. Até os ministros do STF já falaram que aprovação dessa lei inviabiliza as leis de trabalho e pode levar a precarização dos serviços prestados”, destaca o líder dos bancários.

Edmar levanta um forte ponto: a realização de concursos. Segundo ele, com a deliberação favorável ao projeto, estados e municípios, por exemplo, não precisarão realizar concursos públicos para cobrir vagas existentes nos setores.

Esse projeto pode “pôr fim à realização dos concursos públicos. A população precisa saber que isso representa o fim das conquistas e extingui os direitos da classe trabalhadora sem distinção, seja bancária, da saúde, educação e demais seguimentos”, argumenta o sindicalista.

Batistela destaca que dos nove deputados federais acreanos, a maioria votou a favor do PL, que, segundo ele, apenas beneficia os empresários. O líder sindical repudiou a postura dos parlamentares e promete espalhar outdoors em locais estratégicos da cidade, para mostrar à população quem realmente defende os interesses do povo e dos trabalhadores.

“Dos oito federais, somente três votaram a favor da classe trabalhadora. Dos outros seis, dois se abstiveram e quatro foram contra os direitos dos trabalhadores. No nosso pensamento, eles traíram o povo; traíram a classe trabalhadora e os eleitores também. Estamos preparando outdoors com as fotos daqueles que votaram contra a classe trabalhadora [favoráveis à lei]. A sociedade precisa saber quem realmente está defendendo os direitos dos trabalhadores”, disparou.

Mas o debate não está sendo polêmico apenas entre os bancários. Com a aprovação da lei seria possível abrir precedente, por exemplo, privatizar em 100% os presídios e terceirizar, inclusive, o sistema de segurança dos centros prisionais.



Para o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre (Agepen-AC), Adriano Marques, a proposta não deve ser de forma alguma aprovada. O sindicalista também é contra a deliberação favorável.

Sou totalmente contra! E esse projeto visa tão somente a criação de um grande quartel de empresas privadas, que buscam apenas o lucro. Sou absolutamente contra, pois ela além de acabar com os direitos trabalhistas tira a oportunidade de prestar concursos públicos”, comenta ao fazer uma breve reflexão sobre os porquês da provável aprovação do PL.

A matemática é simples: o empresário visa contratos milionários, enquanto nós defendemos os direitos do trabalhador e a realização de concursos públicos, que hoje é a única forma de um trabalhador progredir na carreira. A realidade hoje é que muitas empresas pedem falência e deixam centenas de trabalhadores na mão, que precisam em muitos casos recorrer à justiça para reaver direitos em ações trabalhistas”, acredita.

Dados do portal da Câmara dos Deputados revelaram que os deputados federais Alan Rick (PRB), Flaviano Melo (PMDB) e Major Rocha (PMDB) votaram a favor do projeto. Já os parlamentares Léo de Brito, Sibá Machado e Raimundo Angelim, ambos do PT, votaram contra a proposta.

O que também causou polemica entres trabalhadores temerosos foi a ausência dos deputados César Messias (PSB) e Jéssica Sales (PMDB), que não votaram por estarem ausentes do plenário no dia da votação. Mesmo assim, ambos declaram publicamente apoio à aprovação do PL, que fechou a primeira passagem pela Câmara com 324 votos favoráveis e 137 contras.

O Plenário da Câmara dos Deputados retoma nesta quarta-feira (22) a votação do projeto de lei que regulamenta a terceirização (PL 4330/04). Os deputados já aprovaram o texto-base da proposta, mas precisam concluir a análise dos destaques e das emendas apresentados ao texto.

EMBATE

As duas últimas sessões em que a matéria foi debatida foram marcadas pela apresentação de várias emendas propondo mudanças mais profundas no texto do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA). Protestos conduzidos pelas centrais sindicais também ocorreram em várias capitais do País contra certos pontos do projeto, como a permissão de terceirização das atividades-fim de uma empresa. Os sindicatos temem a precarização da relação trabalhista.

Outro ponto tratado por emendas é a responsabilidade da empresa contratante em relação aos direitos trabalhistas. Há emendas que tornam essa responsabilidade solidária em todos os casos. Nesse tipo de responsabilidade, o trabalhador poderá processar a contratante e a contratada ao mesmo tempo, no caso de esta não honrar as obrigações trabalhistas e previdenciárias.

O terceiro ponto mais polêmico é a sindicalização dos contratados pela empresa de terceirização. O projeto não garante a filiação dos terceirizados ao sindicato dos empregados da empresa. A exceção já prevista no texto-base é para quando o contrato de terceirização for entre empresas da mesma categoria econômica.

 Fonte: http://www.ac24horas.com/2015/04/22/sindicalista-promete-espalhar-outdoors-com-fotos-de-deputados-acreanos-que-votaram-a-favor-do-pl-da-terceirizacao/